
Normas e diretivas



Connection elements or equipment component. A lanyard can be in rope made of synthetic fibres, in metallic rope, in strap or in chain.
CAUTION: A lanyard without energy absorber must not be used as a fall arrest equipment.
Especificações dos requisitos gerais e mínimos, dos métodos de teste, de seleção, de utilização e de manutenção dos protetores oculares e do rosto.
Exigências, rendimentos, métodos de provas relativas às viseiras, que asseguram uma proteção contra o arco elétrico.
Esta norma estabelece o método de ensaio, permitindo estabelecer o nível de atenuação do ruído (NRR Noise Reduction Rating) de um protector auditivo, em conformidade com as recomendações da EPA (US Environmental Protection Agency). Os regulamentos também cumprem o 29CFR 1910.95, o programa de conservação da audição.
Método de teste padrão para determinar o índice de arco elétrico e especificação padrão para produtos de proteção facial. CSA Z94.3: Esta norma de óculos de segurança abrange a proteção ocular e facial para aplicações no Canadá.
PROTEÇÃO PARA TRABALHADORES DA INDÚSTRIA COM EXPOSIÇÃO AO CALOR E CHAMA
Proteção contra o calor e as chamas. Esta norma especifica os requisitos de desempenhos dos materiais e dos vestuários de proteção contra o calor e as chamas. São aplicadas para os artigos de vestuários fabricados com materiais flexíveis, concebidos para proteger o corpo humano, excepto as mãos, contra o calor e/ou a chama.
São testados:
| Teste | Código | Desempenhos |
| Propagação de chama limitada | A | A1 e/ou A2 |
| Calor convectivo | B | B1 a B3 |
| Calor irradiante | C | C1 a C4 |
| Proteção de alumínio em fusão | D | D1 a D3 |
| Proteção de ferro fundido em fusão | E | E1 a E3 |
| Calor de contacto | F | F1 a F3 |
| MAIVE2 | |
| EN ISO 11612 | |
|
A1 A2 B1 C1 E3 F1 |
|
A roupa de proteção de nivel C1 é adequada quando o potencial risco é relativamente baixo. A roupa de proteção de nivel C1 proporciona a proteção minima e não é adequada para o uso de formulações pesticidas concentradas. Pode-se utilizar como roupa de proteção básica com outros artigos quando o portencial risco é relativamente mais elevado.
A roupa de proteção de nivel C2, incluida a de proteção parcial do corpo, é adequada quando tenha sido determinado que a proteção requerida é superior à proporcionada pela roupa de proteção de nivel C1. A roupa de proteção de nivel C2 costuma oferecer um equilibrio entre conforto e proteção.
Esta roupa de proteção não é adequada para o uso de formulações pesticidas concentradas. Pode-se utilizar como roupa de proteção báscia com outros artigos quando o potencial risco é realtivamente mais elevado.
A roupa de proteção de nivel C3, incluida a de proteção parcial do corpo, é adequada quando é determinado que o potencial risco é elevado. Pelo que se refere aos fatos de macaco de nivel C3, são necessárias medidas de precaução, como um uso de curta duração, já que estes fatos de macaco podem gerar um calor excessivo que provoca esgotamente e stress térmico. A roupa de proteção de nivel C3, incluida a roupa de proteção parcial do corpo, é adequada para o uso de
pesticidas diluidos e concentrados.
O risco deve avaliar-se em função da toxicidade do produto fitossanitário (verificar a etiqueta) e do grau de exposição do operário. Por exemplo, é fácil compreender que o grau de exposição do operador será muito maior em caso de pulverização aérea rebocada por um tractor de cabine aberta que no caso de pulverização manual manual com gatilho.
VESTUÁRIO DE PROTEÇÃO CONTRA CLIMAS FRESCOS
Esta norma especifica as exigências e os métodos de ensaio de desempenho dos artigos de vestuário (blusões, casacos, sobretudos, calças) de proteção contra climas frescos.
Este vestuário será utilizado com uma temperatura moderadamente baixa (-5°C e mais) para proteger contra o frio local da pele e é utilizado não só para actividades no exterior, como por exemplo na indústria da construção civil, mas também em actividades no interior, como por exemplo na indústria alimentar.
Não será sempre necessário, nesses casos, que o vestuário seja feito de materiais impermeáveis ou estanques à água. A exigência correspondente é portanto deixada em opção na presente norma.
X : Classe de resistência térmica, Rct
X : Classe de permeabilidade ao ar, AP
X : /cler do artigo de vestuário (Opcional)
X : Classe de resistência à penetração da água WP (Opcional)
| ALASKA3 | |
|---|---|
|
|
EN14058 |
|
2 2 0,221 m². K/W X |
|
| Isolamento I cler M².K/W |
Utilizador de pé imobilizado, 75 W/m² | |||
| Velocidade do ar | ||||
| 0.4 m/s | 3 m/s | |||
| 8h | 1h | 8h | 1h | |
| 0.170 | 21 | 9 | 24 | 15 |
| 0.265 | 13 | 0 | 19 | 7 |
| 0.310 | 10 | -4 | 17 | 3 |
EQUIPAMENTO DE VISIBILIDADE MELHORADA PARA SITUAÇÕES RISCO MÉDIO
Esta norma especifica os requisitos relativos aos equipamentos de visibilidade melhorada em dorma de vestuário, ou dispositivo, capaz de assinalar visualmente a presença do usuário.
O equipamento de visibilidade melhorada está destinado a proporcionar visibilidade ao portador em situações de risco baixo ou médio em todas as condições de luz natural e/ou sob iluminação dos faróis das viaturas ou faróis no escuro. Esta norma não se aplicará aos equipamentos de alta visibilidade em situações de alto risco cobertos pela norma EN ISO 20471.
| TIPO A | TIPO B | TIPO AB |
|
Dia |
Condições |
Luz de dia, crepúsculo e |
| Equipamento que utiliza um material fluorescente |
Equipamento que utiliza um material retroreflectante | Equipamento que utiliza material fluorescente e material retroreflectante ou combinado |
| B1 (suspensão livre) | ||
| B2 (membros) | AB2 | |
| B3 (no tronco ou no tronco e membros) | AB3 |
Superficie minima em m² para tipo B1 e B2 :
| B1 | B2 | |
| Material reflectante | 0,003 | 0,018 |
Superficie minima em m² para um tipo A, B3 e AB :
| A | B3 | AB | A | B3 | AB | |
| Altura do usuário | h < 140 cm | h > 140 cm | ||||
| Material fluorescente | 0,14 | - | 0,14 | 0,24 | - | 0,24 |
| Material reflector | - | 0,06 | 0,06 | - | 0,08 | 0,08 |
| Material de performance combinada | - | - | 0,14 | - | - | 0,24 |
Esta norma especifica as exigências e métodos de teste das peças de vestuário de proteção não ventiladas contra a contaminação radioactiva sob a forma de partículas.
As peças de vestuário deste tipo são concebidas para proteger apenas o corpo, os braços e as pernas do portador, mas podem ser utilizadas com acessórios que protegem contra outras partes do corpo (por exemplo, botas, luvas, aparelho de protecção respiratória - APR).
As peças de vestuário são classificadas de acordo com o seu factor de proteção nominal (relação entre a concentração de partículas de teste na atmosfera ambiente e a concentração de partículas de teste no interior da peça), determinado de acordo com a fuga total para o interior (relação entre as concentrações de partículas de teste no interior da peça e no interior da câmara de teste).
As classes são as seguintes:
| CLASSE | FACTOR DE PROTECÇÃO NOMINAL |
| 3 | 500 |
| 2 | 50 |
| 1 | 5 |
Esta norma especifica as exigências e os métodos de ensaio do desempenho do vestuário de proteção contra o frio a temperaturas inferiores a - 5°C (indústria do frio / frios extremos).
Distingue-se dois tipos de vestuário:
O artigo de vestuário: cobrindo só uma parte do corpo, ex. parka, casaco, sobretudo.
O vestuário: cobrindo o corpo todo (tronco + pernas), ex. fato de macaco, parka e jardineira.
X (roupa interior B/C/R) : /cler do vestuário
X : Classe de permeabilidade ao ar, AP
X : Classe de resistência à penetração da água WP (Opcional)
| NORDLAND | |
|---|---|
|
|
EN342 |
|
0,358 m².K/W (B) 3 X |
|
| Isolamento I cler M².K/W |
Utilizador em movimento praticando uma actividade | |||||||
| Ligeira 115 W/m² | Moderada 170 W/m² | |||||||
| Velocidade do ar | ||||||||
| 0.4 m/s | 3 m/s | 0.4 m/s | 3 m/s | |||||
| 8h | 1h | 8h | 1h | 8h | 1h | 8h | 1h | |
| 0.265 | 3 | -12 | 9 | -3 | -12 | -28 | -2 | -16 |
| 0.310 | -2 | -18 | 6 | -8 | -18 | -36 | -7 | -22 |
| 0.390 | -9 | -28 | 0 | -16 | -29 | -49 | -16 | -33 |
| 0.470 | -17 | -38 | -6 | -24 | -40 | -60 | -24 | -43 |
| 0.540 | -24 | -45 | -11 | -30 | -49 | -71 | -32 | -52 |
| 0.620 | -31 | -55 | -17 | -38 | -60 | -84 | -40 | -61 |
A norma EN ISO 374-5 especifica os requisitos e métodos de ensaio para as luvas de proteção destinadas à proteger o utilizador contra os microorganismos (bolores e bactérias, vírus em opção).
Penetração dos bolores e bactérias (testado em conformidade com a norma EN374-2): ensaio que permite verificar a estanqueidade à água e ao ar de uma luva.
Penetração dos vírus (testado segundo o método B da norma ISO 16604): processo que determina a resistência à penetração por patógenos veiculados pelo sangue.
– Método de ensaio utilizando o bacteriófago Phi-X174.
A luva, segundo o seu tipo, levará o seguinte pictograma:
Exemplos de aplicação:
A área de utilização é determinante, uma vez que, conforme o caso, a luva deverá combinar várias propriedades para responder aos requisitos de proteção necessários. Assim, é muito importante consultar as áreas de utilização indicadas e os resultados dos testes realizados em laboratório que se encontram no manual de utilização. No entanto, recomenda-se verificar se as luvas estão adaptadas à utilização prevista realizando previamente testes, já que as condições no local de trabalho podem diferir das do ensaio tipo, em função da temperatura, da abrasão e da degradação.