
Normas e diretivas



Safety Requirements for Lanyards and Positioning Lanyards
Safety Requirements for Full Body Harnesses
A work positioning system consists of elements (belt and work positioning line), joined together to form a complete piece of equipment.
VESTUÁRIO DE SINALIZAÇÃO ALTA VISIBILIDADE
Esta norma especifica as características que deverá ter o vestuário de proteção que tenha como objectivo sinalizar visualmente a presença do utilizador, para detectá-lo e vê-lo bem em condições perigosas, de dia, em todas as condições de luminosidade, ou de noite, à luz dos faróis.
Existem três classes de vestuário de sinalização. Cada classe deverá ter superfícies mínimas de materiais de visibilidade que constituem o vestuário, sendo que quando mais elevada for a classe, mais visível se torna o vestuário:
| Classe 3 | Classe 2 | Classe 1 | |
| Material de base (Fluorescente) | 0,80 m² | 0,50 m² | 0,14 m² |
| Material retro-reflector (Bandas) | 0,20 m² | 0,13 m² | 0,10 m² |
Marcação:
X : Classe da superfície de visibilidade (de 1 a 3)
EN ISO 20471
Max. 25x
EN ISO 20471
2 : Classe da superfície de visibilidade (de 1 a 3)
Max. 25x : Marcação opcional, número de lavagens máximos autorizados para o modelo.
Exemplo : Máximo 25 lavagens (ver indicação de temperatura de manutenção na etiqueta da peça de Vestuário).
A norma EN388 aplica-se a todos os tipos de luvas de proteção e diz respeito às agressões físicas e mecânicas por abrasão, corte por lâminas, perfuração e rasgo. Apareceram novas performances desde a versão 2016 da norma.Exemplos de marcação : 4543D ou 4X43D
Resistência ao impacto na área do metacarpo : se for reivindicada essa performance, irá aparecer a marcação “P”. Exemplo de marcação:
4233X P
Exemplos de marcação :
4543D ou 4X43D
Corte por lâmina, 2 métodos de testes :
EN388 6.2. : PPara os riscos de corte baixos a médios. Uma lâmina circular sobre a qual é aplicada uma força constante de 5N desloca-se da frente para trás até a amostra ser cortada. Mede-se então o número de ciclos realizados e é-lhe atribuído o respectivo nível.
EN ISO 13997 : para os materiais que atenuam a lâmina durante o teste EN388 6.2 e/ ou particularmente resistentes, para os riscos de corte elevados. Uma lâmina direita efectua uma deslocação única em 20 mm, com uma força de 2N. O teste é repetido com uma força diferente sempre que necessário, até a amostra ser cortada. É atribuído um nível correspondendo à força necessária para o corte da amostra. Este método representa sobretudo as situações de utilização que apresentam um risco de corte elevado..
VESTUÁRIO DE PROTEÇÃO CONTRA A CHUVA
Esta norma específica as exigências e os métodos aplicáveis aos materiais e aos cortes do vestuário de proteção contra as intempéries (por exemplo precipitações sob forma de chuva ou neve), nevoeiro e humidade do sol.
y : Classe de resistência à penetração de água (de 1 a 4), WP
y : Classe de resistência evaporativa(de 1 a 4), Ret
R : Prova da torre de água sobre toda a roupa (opcional)
| FINNMARK2 | |
|---|---|
|
|
EN343 |
|
3 1 X |
|
A RESISTÊNCIA TÉRMICA (Rct) EM M².K/W :
Mede o isolamento térmico oferecido.
Dividida em 4 classes (de 1 a 4) do menos isolante ao mais isolante.
Quanto mais elevado for o seu valor, mais o isolamento térmico oferecido é importante.
A PERMEABILIDADE AO AR (AP) EM mm/s :
Determina a permeabilidade ao ar do conjunto.
Dividida em 3 classes (de 1 a 3) do menos estanque ao mais estanque.
ISOLAMENTO TÉRMICO RESULTANDO DA BASE:
Medido sobre um manequim móvel (/cler) .
O coeficiente de isolamento térmico, indicado em m2.K/W, permite determinar a temperatura de utilização ideal do vestuário em relação à actividade do indivíduo e do seu tempo de exposição.
O isolamento térmico é medido com roupa interior de tipo:
A RESISTÊNCIA EVAPORATIVA (Ret) EM (M².PA)/W :
Mede a resistência evaporativa, ou seja, o obstáculo à passagem do vapor de água que constitui um produto, ou ainda o obstáculo que oferece à evaporação do suor à superfície da pele. Quanto mais a resistência evaporativa de um produto for elevada, mais esse produto constitui um obstáculo importante à passagem do vapor de água: Um produto transpirável tem uma resistência evaporativa baixa. Dividida em 4 niveis (de 1 a 4) do menos transpirável ao mais transpirável.
| Resistência evaporativa Ret Classe |
Classe | |||
| 1 | 2 | 3 | 4 | |
| M2 - Pa w | Ret > 40 | 25 < Ret > 40 | 15 < Ret > 25 | Ret < 15 |
A RESISTÊNCIA DE PENETRAÇÃO DA ÁGUA (WP) EM PASCAL :
Mede a resistência à penetração de água do material exterior e das costuras sob pressão de água (980+/50) Pa/min.
Dividida em 4 níveis (1 a 4) do menos impermeável ao mais impermeável.
| Résistência à penetração da água WP |
Classe | |||
| 1 | 2 | 3 | 4 | |
|
Espécime de ensaio: |
WP > 8 000 Pa- | -WP > 8 000 Pa | -WP > 13 000 Pa | - WP > 20 000 Pa |
| Costuras antes do tratamento prévio | WP > 8 000 Pa | WP > 8 000 Pa | WP > 13 000 Pa | - |
| Costuras após tratamento prévio por limpeza | - | - | - | WP > 20 000 Pa |
TESTE DA TORRE :
| Comprimento de pavio nas mangas e costuras inferiores | Max 5 cm |
| Comprimento de pavio nas bainhas das calças | Max 10 cm |
| Comprimento de pavio nas costuras do capúz | Max 4 cm |
| Classe 3 | 0 cm² |
Exigências relativas ao vestuário de proteção química cujos elementos de ligação entre as diferentes partes do vestuário são estanques aos líquidos (tipo 3) ou às pulverizações (tipo 4), incluíndo os artigos de vestuário protegendo só algumas partes do corpo (Tipos PB (3) e PB (4)).
Esta norma especifica as exigências mínimas pedidas aos diferentes tipos de vestuário de proteção química de uso limitado ou de reutilização:This standard sets out the minimum requirements for the following types of limited use and reuseable chemical protective clothing:
- Vestuário protegendo o corpo todo com ligações estanques aos líquidos entre as diferentes partes do vestuário (Tipo 3: vestuário estanque aos líquidos);
- Vestuário protegendo o corpo todo com ligações estanques às névoas entre as diferentes partes do vestuário (Tipo 4: vestuário estanque às névoas).
| NORMA | TIPO | PROTECÇÃO QUÍMICA |
| EN13034 | 6 | Contra salpicos |
| EN ISO 13982-1 | 5 | Contra poeiras (amianto) |
| EN14605 | 4 | Contra névoas |
| EN14605 | 3 | Contra jactos |
| TESTE | |||||
| Desempenho geral | Testes e Desempenhos Específicos |
Nível de proteção | |||
| 3a | 4a | 5 | 6a | ||
| Exigências de desempenho para o vestuário completo |
Pressão interna | - | - | - | - |
| Fuga para o interior | - | - | X | - | |
| Penetração por um jacto de líquido | X | - | - | - | |
| Penetração por névoa (vaporização de liquido) | - | X | - | - | |
| Contra as poeiras | - | - | X | - | |
| Penetração por névoa (pulverização ligeira) | - | - | - | X | |
| Exigências de desempenho para as juntas e costuras |
Resistência mecânica | X | X | X | X |
| Resistência à permeação e a penetração por liquidos | X | X | - | - | |
| Exigências de desempenho para os materiais que constituem o vestuário |
Abrasão / Rasgo / Perfuração | X | X | X | X |
| Resistência à tracção | X | X | - | X | |
| Resistência à fissuração por flexão | X | X | X | - | |
| Resistência à fissuração por flexão a -30°C |
X opcional |
X opcional |
- | - | |
| Resistência à permeação por liquidos | X | X | - | - | |
| Resistência à penetração de líquidos | - | - | - | X | |
| Repulsão aos líquidos | - | - | - | X | |
a - Quando o equipamento de proteção protege apenas certas partes do corpo (tronco, braços, pernas), apenas são exigidos os requisitos de desempenho para os materiais que compõem o vestuário (tipo 6, 4 e 3).
Tipo 1: A força de impato transmitida à tampa não deve exceder 4 450 N à queda de um impato de 3,6 kg (8 lb) a uma velocidade de 5,5 m/s (metros por segundo).
Penetração: Um penetrante de 1 kg não deve entrar em contato com a cabeça falsa a uma velocidade de 7,0 m/s.
Inflamabilidade: o capacete não deve queimar com emissão de chama mais de 5 segundos após a remoção da chama.
Resistência elétrica: Teste de 20.000 volts para a classe E ou 10.000 volts para a classe G. A classe C não oferece proteção contra riscos elétricos.
Tipo 2: Além das exigências do tipo 1, a proteção da cabeça do tipo 2 deve igualmente satisfazer:
Atenuação da energia: a aceleração não deve exceder 150 g em caso de queda sobre a calota e lateral por meio de uma cabeça falsa de 5 kg a 3,5 m/s.
Penetração lateral: Na frente, na traseira e nos lados, um penetrante de 1 kg não deve entrar em contacto com a cabeça falsa a uma velocidade de 5,0 m/s.
ANSI/ISEA Z89.1 4 opções: baixa temperatura (LT), alta temperatura (HT), posição de desgaste invertida e alta visibilidade
PROTEÇÃO UTILIZADA SEGUNDO SOLDADURA E TÉCNICAS CONEXAS
Esta norma especifica as exigências da performance do vestuário de proteção destinado aos operadores de soldadura e técnicas conexas com os riscos comparáveis.
Este tipo de vestuário de proteção tem por objecto proteger quem o utiliza contra as pequenas projeções de metal em fusão, contacto de curta duração com chama, assim como, contra os raios ultravioletas. É destinado a estar à temperatura ambiente, de uma forma continua até 8h.
| CLASSE 1 | Proteção contra os riscos frágeis de técnicas de soldadura e situações causando pequenas projeções e calor radiante fraco. |
| CLASSE 2 | Proteção contra os riscos mais importantes e técnicas de soldadura de situações que causam maiores projeções e calor radiante mais elevado. |
| MAIVE2 | |
| EN ISO 11611 | |
|
A, A2 CLASSE 1 |
|
Exigências relativas ao vestuário de proteção química que oferece uma proteção limitada contra os produtos químicos (equipamento de tipo 6), incluindo os artigos de vestuário protegendo só algumas partes do corpo (tipo PB [6]).
Esta norma especifica as exigências mínimas relativas ao vestuário de proteção química de uso limitado ou de reutilização oferecendo uma proteção limitada. O vestuário de proteção química de uso limitado está concebido para ser utilizado em caso de exposição provável a pulverizações ligeiras, aerossóis líquidos ou de baixa pressão ligeiros salpicos, contra os quais uma barreira total à permeação dos líquidos (a nível molecular) não é necessária.
ROUPA DE PROTEÇÃO COM DISSIPAÇÃO DE CARGA ELETROESTÁTICA
Esta norma europeia especifica os requisitos relativos aos materiais e à conceção da roupa de proteção com dissipação eletroestática utilizada para completar um sistema de colocação à terra com vista a impedir as descargas incendiárias. CUIDADO : estes requisitos podem revelar-se insuficientes em ambientes inflamáveis enriquecidos em oxigénio. Esta norma não se aplica à proteção contra as tensões da rede.
O controlo da electricidade estática indesejável nas pessoas é frequentemente necessário.
O potencial eletroestático pode ter, na realidade, graves consequências no pessoal com carga, uma vez que pode ser suficientemente elevado para gerar faíscas de descargas perigosas.
Após uma avaliação dos riscos, o uso de roupa de proteção com dissipação eléctrica pode revelar-se necessário. A utilização de roupas certificadas em conformidade com a norma EN1149-5 é então adequada.
A directiva ATEX 1999/92/CE, no seu Anexo II-A-2.3 pede, nesse sentido, que os trabalhadores sejam equipados com roupa de trabalho constituída por materiais que não produzem descarga eletroestáticas, passíveis de inflamar-se em ambientes explosivos.
O potencial eletroestático pode, deste modo, ter consequências sobre os materiais sensíveis às descargas eléctricas. Neste sentido, as roupas antiestáticas são frequentemente utilizadas em locais de fabricação electrónica, montagem de semi-condutores, por exemplo. Por último, são utilizadas em locais com ambiente controlado, como ateliers de pintura automóvel, com vista a evitar a emissão de partículas que podem depositar-se na pintura das carroçarias.
A dissipação da carga antiestática pode ser levada por um tratamento que limite a formação de cargas, ou acrescentando fios de carbono ou metálicos. As pessoas que usarem roupas de proteção com dissipação de cargas eletroestáticas devem imperativamente ser ligadas à terra com uma resistência inferior à 10⁸ Ω, por exemplo, tendo calçado adequado, como sapatos de segurança indicados na norma EN ISSO 20345, ou qualquer outro meio adequado.